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Colaborações

IA e os Peritos Judiciais: Oportunidades e Desafios para o Sistema de Justiça (AIEx)

IA e os Peritos Judiciais: Oportunidades e Desafios para o Sistema de Justiça (AIEx) é um programa estratégico da Universidade Jaguelónica, na Polónia, liderado pelos Professores Inês Fernandes Godinho (CEAD Francisco Suárez e Universidade Lusófona) e Mateusz Stępień (Jagiellonian University, Kraków). O programa tem como objetivos a exploração do impacto da revolução da inteligência artificial nos peritos judiciais em toda a Europa, em especial no processo penal.

CA22128 - Estabelecimento de Redes para Implementar os Princípios de Entrevistas Eficazes em Investigações (IMPLEMENDEZ)

As entrevistas realizadas por polícias e outras autoridades em todo o mundo com suspeitos, vítimas e testemunhas são cruciais para determinar os resultados da justiça penal. O grupo identificou duas abordagens distintas utilizadas globalmente.

Police Stops (POLSTOPS)

O Police Stops (POLSTOPS) associa-se a uma prática mundial realizada pela polícia que permite que a autoridade pare uma pessoa, impeça que ela continue o seu caminho (Bowling & Philips, 2007; Bowling & Weber, 2011) e, se necessário for, proceder com uma revista. Podem-se distinguir dois tipos de abordagens: a abordagem reativa e a abordagem proativa. Em vários países europeus, o S&R tem sido uma fonte de considerável debate.

El Derecho ante la Salud Digital, Personalizada y Robótica (SALUDPYR)

O projeto "El Derecho ante la Salud Digital, Personalizada y Robótica (SALUDPYR)" foi aprovado recebendo financiamento pela Agência Estatal Espanhola por um período de 4 anos.

O projeto, que é da responsabilidade das Professoras Raquel Luquin Bergareche, da Universidade Pública de Navarra e Cristina Gil Membrado, da Universidade das Ilhas Baleares, conta com a participação da Senhora Investigadora Integrada do CEAD Francisco Suárez, a Prof.ª Doutora Inês Fernandes Godinho, na equipa de trabalho.

Consórcio Europeu "Direito à Cidade" - Erasmus+

O objetivo fundamental deste consórcio de mobilidade é agilizar a reflexão e aplicação sobre as questões do direito à cidade no sentido das mesmas se virem a repercutir na qualidade de vida do habitat humano e nos instrumentos que orientam o fazer cidade como bem comum. Estando a qualidade de vida diretamente ligada à vivencia dos espaços como reflexo de ação entre atores, a mobilidade e a possibilidade da interação entre conhecimento, poder e a experimentação, é fundamental.